Ninguém consegue ser plenamente feliz sem amor. Amor de mãe, amor de irmão, amor de amigo, amor de um amor. Independe de como seja ou vindo de quem venha, não deixa de ser amor. Faz falta você ter alguém pra sentir saudades, pra se preocupar, pra simplesmente pensar, imaginar, planejar. Amor em excesso se torna veneno, ninguém vive só de amor. É importante, é necessario, mas não é único. É bom e ruim ao mesmo tempo. Com ele, vem alegria, paz, felicidade e ciume. Ninguém vive sem ciumes, por mais você não assuma, sim, ele existe. Por menos que você tenha, você sente ciumes de quando ele te troca pelos amigos, ou então, resolve não sair com você pra ficar em casa vendo jogo do fluminense e você se sente menos importante que o fluminense. Mas na maioria dos casos, isso é basicamente superado. O principal problema é quando o ciume extrapola. Ok, a partir daí, o céu torna-se inferno. Todo o amorzinho eterno é jogado de lado e é trocado por um ciume descontrolado, até mesmo da sombra, que está mais com você do que ele, e você, com medo de perder, cede aos caprichos e a partir da primeira vez cedida, torna-se um ciclo vicioso. A primeira vez, você não sente, acha normal, pensa em fazer continuar tudo bem. Na segunda, você pensa a mesma coisa. Na décima, você faz pelo medo de perder, de ele terminar com ela por causa disso. E no final, você vê o quanto perdeu por isso. Vê que perdeu amigos, diversões, ou simplesmente, momento de tranquilidade, afinal, por mais amor que você sinta por alguém, o principal é o amor próprio.
Sobre o nome, Keinelust, significa sem desejo em alemão,
créditos, Thassae foda :)
sábado, 11 de setembro de 2010
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